Nesta semana última de agosto: descutindo texto, investigando o texto, analisando o texto...
A análise de texto foi realizada individualmente. A dificuldade de dizer o que é texto e o que eu sou. O envolvimento é inevitável, é a "capicidade que gente tem de se envolver". Mas também é interesante tentar ver a perspectiva da autora e reconhecer que ela é base para o que eu crio em minha mente junto às minhas referências.
Conjuntamente lemos e discutimos frases e passagens. Contamos a história uns para os outros. Separamos a sala em 5 espaços, dissecando o texto em narração, descrição, fala e pensamento. Em som, em forma, em pontos de vista. Isso veio do trabalho prévio com aquecimento em Viewpoints (Anne Bogart e Tina Landau). Sim, improvisamos. Improvisar é escutar a si e aos outros. Difícil e potente.
Nos olhamos, olhamos, trocamos e repetimos o texto, respostas no corpo. E contamos a história mais uma vez improvisando-a por completo.
Conclusões desta etapa: a sequencia de fatos da peça fica confusa entre a entrada do Funcionário até os Gestos da Lagoa. Improvisar não é fazer qualquer coisa...
... Mas é onde qualquer coisa pode acontecer. E aconteceram.
Nenhum comentário:
Postar um comentário